Um conselho para se livrar de ciladas amorosas: não ouça o seu coração

Seu coração não é um guia infalível (Foto: iStock)
"Siga o seu coração!", não existe conselho mais nobre (em intenções) e pobre em resultado do que esse. Temos a crença enganosa de que o coração guardaria segredos e sabedorias imbatíveis quando, na verdade, ele é uma metáfora para os valores e emoções que cultivamos ao longo da vida.
Pense em 3 tipos de pessoas:
1. Relacionamentos amorosos problemáticos
Quem se habituou a achar que briga, mentira, intriga, barraco ou competitividade faz parte de uma relação amorosa perdeu sua bússola de boa autoestima. Seu coração está muito desorientado para ser seguido com sanidade.
2. Histórico familiar problemático
Uma pessoa que teve referências familiares confusas, estranhas, problemáticas, teve uma escola sobre o que é o amor bem ruim. Sua maneira de amar está contaminada, logo, seguir o coração é eleger parceiros que reproduzam modelos paternais tóxicos.
3. Tem uma personalidade autodestrutiva
Pessoas amarguradas, exigentes, negativas, confusas, instáveis, ansiosas não podem ser mais candidatas a fazer escolhas amorosas ruins. Elas nivelam a vida pelo pior aspecto, seu coração mira no pé — seguir os próprios instintos é quase um anúncio de sofrimento.
Pense no tipo de condicionamento emocional que essa pessoa tem para fazer escolhas ruins. Se ela seguir o coração, fará uma sequência de más escolhas como sempre fez.
Inevitavelmente vai escolher um parceiro dominador, problemático, destrutivo ou infantil.
O resultado será de dois tipos: a pessoa vai ficar ainda mais carente e achando que o próximo candidato vai tirar o azar (não vai tirar). Ou vai se fechar, achar que nenhuma pessoa presta e se tornar cética (e fazer novas escolhas ruins)
Qual o melhor conselho que se pode dar antes de seguir o coração?
- Conheça a si mesma
- Aprenda a fazer boas escolhas e cure suas dores emocionais
- Conheça um pouco mais do comportamento saudável ou problemático dos homens que quer encontrar
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